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    Governo do Acre comunica que imigrantes não ficarão mais sob os cuidados do Estado

    Rio Branco (AC) - O governo do Acre comunicou na sexta-feira, 17, que os imigrantes, em sua maioria haitianos, não ficarão mais sob os cuidados do Estado do Acre. O governador Sebastião Viana esteve reunido à tarde em seu gabinete, com os procuradores Marcos Cutrim, chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Rondônia e Acre, e Luiz Guatavo, do Ministério Público Federal, para informar que o Acre não possui mais condições financeiras para manter os imigrantes que ingressam no Brasil pela fronteira acreana. Disse ainda que a responsabilidade pela logística, alimentação e transporte dos estrangeiros será do Ministério da Justiça. 

    Se não for possível diálogo, MPT e MPF pretendem buscar alguma medida judicial, possivelmente ação civil pública, afirmam procuradores de ambos os Ministérios presentes em reunião com governador.

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    Crise migratória no Acre favorece trabalho escravo de caribenhos e africanos, diz MPT

    Em entrevista concedida ao jornalista Altino Machado (Blog do Altino), replicada em várias mídias, o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Rondônia e Acre, Marcos G. Cutrim, avalia que a “completa ausência de controle governamental” tem servido para ampliar a precarização de trabalhadores africanos e caribenhos e a submissão deles ao trabalho escravo.

    Para o procurador-chefe do MPT a ausência de políticas públicas adequadas, sobretudo no encaminhamento aos postos de trabalho vem causando submissão desses trabalhadores estrangeiros à escravidão moderna. E que é urgente a federalização no Acre das políticas públicas de atendimento e acolhimento aos trabalhadores migrantes.

    Tragédias no Mediterrâneo podem estimular fluxo de imigrantes no Estado

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